História da tatuagem japonesa

Tatuagem japonesa ou Irezumi (入れ墨), teve origem aproximada no período jyoumon (10,000 AC-300 AC). A estética que conhecemos hoje se desenvolveu no período Edo (1603-1868), quando a tatuagem foi proibida no Japão. A tatuagem no Japão sempre foi controversa, atrelada as máfias (yakuza) e a pessoas envolvidas em atividades criminosas. Muitos estabelecimentos, como piscinas públicas e águas termas, ou onsens (温泉), ainda hoje proíbem a entrada daqueles com tatuagens visíveis, não importando o quão pequenas sejam.

Com o crescimento no número de visitantes ocidentais no Japão, o governo trabalha para banir tatuagens em nativos, mas tenta respeitar os visitantes estrangeiros.

História

As evidências mais antigas sobre tatuagens no Japão podem ser encontradas no Gishiwajinden, um texto chinês datado do século III, que contém o registro mais antigo mencionando o Japão. Homens de “Wa”, como era conhecido o Japão, decoravam seus rostos e corpos com desenhos de peixes e conchas. As tattoos eram usadas como proteção contra criaturas marinhas ou como designs ornamentais que representam o rank ou status do indivíduo, sendo que esses desenhos variavam entre as tribos.

Esse registro corrobora com a teoria de que os designs nos rostos e corpos nas estatuetas de argila conhecidas como Dogū, do período jyōmon (10,000 AC-300 AC) encontradas em escavações arqueológicas perto de Osaka em 1977, na verdade eram tatuagens e não pinturas.

estatueta Dougu.

Por volta do ano de 400-dc, o método da aplicação de tatuagens como forma de punição, irezumi (入れ墨) foi importado da China e foi severamente praticado durante duzentos anos até meados dos anos 600-dc. Na cultura chinesa as tattoos eram usadas para marcar criminosos e escravos, então é muito provável que foi assim que a tatuagem disciplinar chegou ao Japão.

Por motivos desconhecidos essa prática foi completamente abandonada pela população e caiu em desuso, apesar de existir uma pequena menção a respeito em registros oficiais no século XIII, mas nada tão imperativo que a pusesse novamente em prática. Tal castigo só voltou a ser usado muitos anos depois, por volta de 1600 quando o Shogunato Tokugawa tomou conta do Japão e instaurou um regime militar feudal, momento histórico que hoje entendemos como o período Edo (1603-1868).

Irezumi foi associado a crimes como fraude, extorsão, ou venda de produtos falsificados, assim como roubo. Crimes “menores” enquanto crimes graves resultavam em decepamento da cabeça. Essencialmente, essa foi uma forma de marcar homens comuns e expor os membros mais baixos da sociedade. As tattoos eram provavelmente mais um meio do Shogunato Tokugawa solidificar sua ditadura militar feudal e manter as pessoas em seus devidos lugares.

O kanji para mal (悪 aku) era tatuado na testa de criminosos em Edo(atualmente Tokyo), enquanto em outra parte do Japão, onde hoje em dia é a prefeitura de wakayama, esse kanji era tatuado no bíceps. Em Kyushu, existia um sistema de três pontos: o primeiro era tatuado um traço na horizontal, o próximo era um traço curvado cortando o primeiro, e para a última infração era adicionado mais um traço curvado e um pequeno risco em cima, criando 犬 (inu, o kanji para “cachorro”) bem no meio da testa. Em outras partes do Japão podia ser um grande “X”.

registro DE alguns simbolos de punição.

 Mas não eram apenas kanjis usados nesse método punitivo, existia também um sistema complexo de traços que eram feitos nos braços e que variavam muito de região para região.

Mesmo assim, nem todas as tattoos tinham conotações negativas. Também eram usadas para expressar ideias, sentimentos, e individualismo pois na maior parte do tempo as classes dominantes se esforçavam para não permitir que se expressassem.

Para manter o poder, o governo Tokugawa estratificou a sociedade. Isso garantiu que todos soubessem seus devidos lugares estabelecendo código de vestimentas (apenas certas classes podiam usar cores específicas). Restringidos pelo Shogunato que era regido sob ideais Confucionistas (sistema filosófico chinês criado por Confúcio), sacerdotes e samurais estavam no topo da cadeia, enquanto a classe comerciante, apesar de suas riquezas, estava abaixo de agricultores e artesãos.

Já os Samurais protegiam a população, enquanto agricultores e artesãos produziam comida e utensílios. Comerciantes só faziam dinheiro, coisa que os ideais confucionistas não valorizavam. Por mais que no mundo real, samurais cada vez mais precisavam de dinheiro emprestado de comerciantes ricos.

pirâmide de status.

Como o Confucionismo enfatizava a necessidade de piedade filial, os samurais eram menos propensos a marcar permanentemente seus corpos, era um ato considerado desrespeitoso aos pais. A tatuagem desfigurava o corpo criado pelos seus progenitores.

Contudo, isso não significa que os samurais privavam-se totalmente do irezumi,

Seja uma tatuagem de lealdade ou, as vezes, o símbolo do clã. É dito que as vezes as tatuagens eram feitas para poder-se identificar os corpos em campos de batalha, pois era comum samurais mortos terem suas armaduras pilhadas por saqueadores.

Por mais que o Confucionismo não se desse bem com a prática de tatuagem, ele não era totalmente puritano. Existiam muitos estabelecimentos para homens adultos se “divertirem”, entre esses, os licenciados distritos do prazer, onde cortesãs de alta classe (Oiran 花魁) entretinham seus clientes. Com o casamento sendo mais um negócio do que uma relação romântica, os anos tardios de 1500 viram o crescimento desses distritos de prazer em Kyoto e Osaka.

Cortesãs Oiran.

 Já existiam vestígios de tatuagens sendo usadas como elementos estéticos na sociedade de forma bem discreta. Especificamente nesses distritos era comum a prática de pequenas tatuagens como elementos estéticos, pequenos desenhos de flores ou pássaros inspirador na arte tradicional japonesa eram feitas de forma extremamente manual entre as cortesãs. Uma forma inicial de tatuagem, hand-poke como é conhecido hoje em dia. Essa prática acabou levando ao surgimento do Irebokuro.

Como dito anteriormente, os casamentos eram meramente negócios, e um homem que estava à procura de amor normalmente procurava nesses distritos. Criavam-se laços profundos entre eles e as cortesãs, esse amor era consolidado de diversas formas. Uma das formas mais expressivas foi o Irebokuro (入れ黒子) que surgiu por volta de 1650, que eram tatuagens feitas nas cortesãs por seus clientes como uma forma de literalmente deixarem uma marca nelas.

Posteriormente, passaram a fazer um no outro marcando para sempre o amor do casal, sendo estas tatuagens pequenos pontos feitos em suas mãos de forma que ao segurarem as mãos se completavam de uma forma romântica e única ao casal. Com o passar do tempo evoluiu de pontos para kanjis com os nomes dos apaixonados, e até para poemas inteiros de declaração.

Os pontos se completavam.

 Até aqui vimos o surgimento da tatuagem japonesa em sua forma mais rudimentar, pequenos pontos, desenhos simples, ideogramas entre outros. Mas como ela passou de pequenos designs a composições complexas que vemos hoje em dia?

 A resposta está em um clássico da literatura chinesa, os 108 heróis do Suikoden, Margem da água do século XIV.

Irezumi se tornou o que é, ao longo do século XIX, em grande parte por conta de uma série de prints, feitos sob a técnica de cópias em blocos de madeira (woodblock prints), dos heróis da história chinesa. O Suikoden narra as aventuras de 108 honoráveis ladrões.

O Japão tem traduções dessa história a partir de 1750, e desde a primeira versão o livro se tornou um clássico instantâneo. Na história, o grupo de 108 bandidos se unem e rebelam-se contra o governo opressor Chinês para lutar por seus ideais, e a história se desenrola narrando os atos heróicos de cada um dos personagens, contando de forma dramática seus feitos e conquistas.

 Quando lembramos que na época o Japão vivia sob uma ditadura militar desde 1608 é fácil entender o porquê de os heróis da história terem cativado tão facilmente os japoneses.

 Mas a relação entre a livro e a tatuagem só começou em 1829, quando Katsushika Hokusai lançou a primeira versão ilustrada. Na história quatro dos heróis foram descritos tendo tatuagens de dragões, flores, e ondas.

 Hokusai desenhou essas tatuagens em suas ilustrações incluindo elementos japoneses como sakuras e pinheiros quando apropriado.

ilustrações de Hokusai para o Suikoden.

 Com os textos escritos de forma acessível e cheios de ilustrações incríveis o livro estourou, criando uma verdadeira febre pelo Suikoden no Japão.

Mas para o Irezumi, no entanto, a série de heróis do Suikoden ilustrada por Utagawa Kuniyoshi no ano seguinte, 1830, teve um impacto sem precedentes. Os desenhos de Hokusai se limitavam a linhas e blocos de preenchimento em preto, enquanto Kuniyoshi levou sua técnica ao extremo artístico construindo personagens cheios de detalhes e com cores incríveis minuciosamente pensadas para impactar em cada centímetro os leitores.

Ilustrações de Kuniyoshi.

 Enquanto que Hokusai havia mostrado quatro heróis tatuados (haviam apenas quatro na história chinesa), Kuniyoshi apresentou 16 deles com designs irezumi gigantes em seus corpos inteiros (Bodysuit). Personagens que não tinham tatuagens no texto original chinês de repente estavam cobertos com desenhos permanentes.

 Essas tatuagens desenhadas nos corpos dos heróis, junto das próprias ilustrações serviram como guia, para como o Irezumi deveria ou poderia parecer no mundo real. Os desenhos de Kuniyoshi são tão essenciais para a estruturação da tatuagem, que existem teorias de que ele era um tatuador e criou as ilustrações do livro já com o planejamento subliminar de que iriam parar nos corpos das pessoas. Diante disso, podemos observar claramente que as composições são feitas de forma que encaixam muito bem nas costas de um ser humano, sempre havendo uma abertura na parte inferior da ilustração já considerando a divisão dos glúteos.

Ilustração de Kuniyoshi tatuada por Horiyasu.

 O impacto da obra de kuniyoshi foi tão grande que até hoje no século 21, nós, tatuadores e clientes continuamos revisitando e tatuando os heróis do Suikoden concebidos por ele. E se até hoje o usamos como referência imaginem na época em que foram lançadas e distribuídas essas obras.

Inúmeros artistas que trabalhavam com o sistema de woodblock prints (um artista desenhava e outro os esculpia em placas de madeira para fazer cópias) em especial os entalhadores de madeira (horishi) adaptaram suas técnicas e ferramentas de corte em madeira para agulhas amarradas em bambus para trabalharem na pele humana.

 Uma vez que tinham muita habilidade manual e inspirados pela febre do Suikoden abriram caminho em um território até então inexistente, e estavam desenvolvendo a primeira técnica de tatuagem japonesa, o Tebori (te= mão e bori= esculpir), tatuagem feita com agulhas atadas a uma vara de bambu.

Horiyoshi III tatuando com a tecnica de tebori.

 Assim o Irezumi começou a tomar forma e caminhar para o que conhecemos hoje, os artistas tinham interesse nesse novo campo e surgiam os primeiros grupos com o desejo de ter seus corpos tatuados.

Inicialmente o primeiro grupo a se voluntariar para a prática de tatuar o corpo inteiro, foram aqueles que tinham tatuagens de punição de modo que já aproveitavam para cobrir essas marcas que os rebaixavam a menos que lixo.

 Outro grupo a se voluntariar foram os Hikeshi, clã muito estimado pela sociedade, eles foram o equivalente na época aos bombeiros de hoje. Eram grupos formados por homens que trabalhavam em obras de construção, e tinham como função principal desmontar casas/estruturas que estavam ao redor de um foco de incêndio em Edo. A cidade era constituída quase que totalmente por madeira e papel, então sofria desses acidentes constantemente.

Temos diversas ilustrações ukiyo-e que mostram Hikeshis com seus corpos tatuados da mesma forma que os heróis do Suikoden. Por terem uma função essencial na sociedade e por serem vistos como homens corajosos, ajudaram a criar uma aura de muito valor as tatuagens que carregavam.

Hikeshi e seu Tomoe com tatuagens de serpente- Kunichika Toyohara 1835-1900.

Outro grupo importante que carregava tatuagens Irezumi eram os Otokodate, de forma geral eram ex-samurais que moravam na cidade, tinham muito valor e respeito pois sempre defenderam a população local de abuso de poder e agressões por parte de grupos samurais, que queriam se apossar da região.

 O teatro Kabuki (encenado por homens maquiados) era o entretenimento mais popular na época e algumas das peças mais populares representavam esses combates, em que geralmente acabavam com o otokodate derrotando seus adversários samurais, e então revelando de forma dramática seu bodysuit antes do golpe final de sua espada. E nesses momentos a plateia ia a loucura.

ator de kabuki Nakamura Shikan IV como o Otokodate Yami no Yoichiro- Kunisada 1786-1864.

Com grupos tão expoentes carregando tatuagens por seus corpos inteiros e com tatuadores melhorando e fazendo trabalhos cada vez mais bonitos, a cultura Irezumi cresceu exponencialmente e começou a ser vista no dia a dia em pessoas comuns, os comerciantes, os trabalhadores braçais e nas cortesãs dos distritos de prazer.

 Especialmente para os comerciantes as tatuagens eram usadas para ostentarem no próprio corpo já que o sistema confucionista os considerava inferiores e os impunham serem discretos e usarem vestimentas simples.

 E assim a tatuagem japonesa como vemos hoje em dia nasceu e se desenvolveu ao longo de anos de prática. Isso aconteceu durante o período Edo (1608-1912) no qual o Japão estava completamente isolado do resto do mundo. Consequentemente, a tatuagem japonesa também estava isolada.

 O mundo só teve conhecimento de que os japoneses tatuavam seus corpos inteiros depois que o país abriu suas portas.

 Em 1853 uma frota de navios de guerra Americanos liderados pelo Comodoro Matthew Perry, chegou na baía de Edo (atual Tóquio), e obrigou o Japão a fazer negócios com eles ou iriam bombardear a cidade. O Japão não tinha condição nenhuma de se defender, assim então, sem opções o fizeram.

Um print japones mostrando três homens, acredita-se serem Comandante Anan, 54 anos; Perry, 49 anos; e Capitão Henry Adams, 59 anos, que forçaram a abertura do Japão para o mundo.

 O Japão foi obrigado aceitar a condição e assinou o primeiro de 8 tratados desiguais impostos a eles.

Com esses documentos assinados o Japão passou a ser tratado como inferior e cedeu parte de sua soberania aos Estados Unidos e não recebeu nenhum privilégio em troca. Isso foi completamente humilhante para o país, então juntaram esforços e se planejaram para modernizar o país para que isso nunca mais acontecesse novamente.

Então ainda sob o Shogunato Tokugawa o Japão focou primeiramente na modernização das forças armadas. Foram realizadas missões militares na França, Rússia, Estados Unidos e Inglaterra para treinar tropas japonesas. Também construíram as primeiras fábricas de armamento e compraram seus primeiros navios de guerra para a marinha japonesa.

Em 30 de janeiro de 1867 morreu o imperador Kōmei, até aquele momento o imperador japonês era uma figura muito simbólica, com muito pouco poder, praticamente obedecia o Shōgun (líder militar e soberano).

 Assim o novo imperador Mutsuhito assumiu o trono aos 14 anos de idade, e aceitou a renúncia do Shōgun, que foi convencido a aceitar as reformas. Em janeiro de 1868 ocorreu a restauração do poder do imperador, que assumiu o nome Meiji ao ser entronizado e vai governar até 1912, a era Meiji.

Imperador Meiji.

  Diversas mudanças ocorreram na sociedade com o intuito de modernizar o país e adaptá-lo aos estrangeiros. Dentre as mudanças, a prática da tatuagem tanto estética quanto punitiva foram proibidas em 1872, por terem uma conotação muito selvagem aos olhos estrangeiros.

 Esse momento representa, em tese, a morte do Irezumi.

 A partir desde momento, começamos a compreender a relação tão próxima entre as tatuagens e aos grupos de Yakuza.

 Por mais que a tatuagem tenha sido banida, ainda existiam diversas pessoas vivendo no país com tatuagens punitivas. E assim como baniram as tatuagens para evitar características primitivas na sociedade, essas pessoas também foram proibidas de circular pelas cidades principais e foram jogadas as margens.

 Então grande parte desses marginais se juntaram a grupos criminosos conhecidos como Yakuza. Essas organizações já contavam com diversos membros tatuados.

 Os Horishi (tatuadores) proibidos de exercer suas atividades de forma legal, foram acolhidos pelos grupos Yakuza e as tatuagens continuaram sendo praticadas no submundo, assim tornando-as praticamente exclusivas das organizações criminosas e aos yakuzas.

Encontro de homens tatuados.

 O processo de exclusão das pessoas tatuadas foi gradual, então os primeiros estrangeiros a visitar o Japão puderam ver japoneses com bodysuits pela cidade. E como bons turistas, adoravam souvenirs, e a tatuagem se tornou o item mais cobiçado de uma viagem exótica.

 Tão cobiçado que até a realeza desejava tal souvenir. O rei Britânico Edward VII ajudou a lançar essa moda depois de fazer uma cruz das cruzadas em seu antebraço em Jerusalém. Edward popularizou o uso de roupas de marinheiro entre os Europeus, que depois se espalhou para o Japão.

Seus filhos, príncipe Albert Victor e o futuro rei George V, ambos tatuaram dragões quando visitaram o Japão em 1881. E o último Tsar(imperador) Russo, o futuro Nicholas II, também tatuou um dragão em seu braço numa visita ao Japão em 1891.

Tsar Russo Nicholas II, note o Dragão tatuado em seu antebraço.

Por existir essa procura, implicitamente a tatuagem era permitida, contanto que não fosse em nativos, apenas estrangeiros tinham essa “permissão”. Dessa forma, existiam alguns poucos tatuadores nas cidades portuárias. Esses tatuadores tiveram que reduzir a escala das tatuagens para poderem ser finalizadas no mesmo dia e os turistas terem uma peça pronta, surgem as tatuagens “one point”.

Um cavalheiro estrangeiro sendo tatuado.

 Porém, o Irezumi tradicional, de corpo inteiro, só sobreviveu graças aos Yakuza como explicado anteriormente.

 Com visitantes espalhando o Irezumi por todo o mundo as tatuagens japonesas logo ganharam fama e interesse internacional. Mas mesmo estimada fora do Japão ela permanecia envolta de preconceitos.

E até o final da Segunda Guerra Mundial elas ainda eram proibidas no Japão. Durante a ocupação americana (1945-1952) um oficial americano sob o comando do General Douglas MacArthur conheceu Horiyoshi II (Tamotsu Kuronuma), e como os americanos já tinham costume de fazer tatuagens eles juntaram esforços e em 1948 elas foram “liberadas”.

Portanto podemos observar que a história tatuagem japonesa está intrinsicamente relacionada com a história do país. Estando em constante evolução até os dias de hoje.

Bibliografia

  • Japanese Tattoos, Brian Ashcraft e Hori Benny.
  • Irezumi, The Pattern of Dermatography in Japan, Willen R. van Gulik.
  • Needling between social skin and lived experience: An ethnographic study of tattooing in dowtown Tokyo.

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